Tic Tum

O tempo deixou de mandar.
Hoje quem doutrina o fato a fato é o meu sentir.
A ti, amar.

Hoje meu tempo, por ti, se faz ver.
Faz-se pela tua presença,
ou pela carência de te querer e te querer.

O teu viver faz o soar,
todo dia a dia e sem parar
dentro de mim,
e assim…
e assim…

O tic e tac do bater
do coração tal qual se ama.
O sentimento mais que puro
do que só amor, tal qual só é chama.

Tum
incondicionalmente.
Tum
amormente, amortece.
Amor. Mente.
Mente que se aquece,
amor que se enobrece,
cresce…
cresce…

Tic Tac
Tic Tum
Tum Tum

Amor.
A mim,
Amizade.

Marina Nastari de Almeida

Esse post foi publicado em Devaneios.. Bookmark o link permanente.

3 respostas para Tic Tum

  1. Giovani disse:

    será que eu teria permissão pra transformar este poema em uma música? harmonia com melodia na voz?

  2. Giovani disse:

    Feito…

  3. Giovani disse:

    Quando a harmonia desordenada e ininteligível do que chama-se por destino permitir que nossos caminhos se cruzem…

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s